Cartas Compromisso

Novembro de 2024 • Rio de Janeiro, RJ

Carta Compromisso do IV Acampamento Nacional

Combater o fascismo, construindo um Brasil popular

Ato em Copacabana
Ato em Copacabana. 4º Acampamento Nacional do Levante | Foto: Matheus Alves @imatheusalves

Das periferias, escolas e universidades, 4 mil jovens de todos os cantos do Brasil, reunidos no IV Acampamento Nacional do Levante Popular da Juventude, no Rio de Janeiro, entre os dias 14 e 17 de novembro de 2024, assumiram, mais uma vez, o compromisso com a construção de um Projeto Popular para o país. Somos jovens da classe trabalhadora, mulheres, LGBTI+, negras e negros, indígenas, quilombolas, do campo e da cidade, em luta contra o sistema capitalista, racista e patriarcal, que nos explora e oprime.

Vivemos em um mundo em transição, marcado pelas crises econômica, social, política e ambiental, em que o capitalismo, para se manter de pé, intensifica as guerras contra os povos, a exploração da classe trabalhadora e a destruição do meio ambiente.

Em sua fase neoliberal, o capital se une ao militarismo e à xenofobia, provocando guerras e conflitos ao redor do mundo, com objetivo de retomar suas altas taxas de lucro. Como consequência, do Brasil à Palestina, são milhares de vítimas de balas, da fome e da ausência de direitos fundamentais. As mesma armas que matam o povo palestino são as que exterminam a juventude negra nas favelas brasileiras.

Na periferia do capitalismo, nosso país está na mira do imperialismo norte-americano, que, tendo sua hegemonia em declínio, intensifica suas investidas para impedir que o povo brasileiro construa um projeto de soberania e desenvolvimento para nossa nação. Aos Estados Unidos e a seus aliados estratégicos interessa que o Brasil siga em uma posição subordinada, mas a juventude brasileira diz não. Faremos nossa história com as nossas próprias mãos.

É diante desse contexto de crise que se dá o crescimento da extrema direita ao redor do mundo. No Brasil, derrotamos esse segmento nas urnas em 2022, com a eleição Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda assim, o enfrentamento ao neofascismo e ao neoliberalismo segue sendo a principal tarefa de nossa geração.

Os governos de Michel Temer (MDB) e de Jair Bolsonaro (PL) deixaram como legado a volta da fome, o aumento da violência, a redução dos investimentos em educação e saúde, a privatização dos serviços públicos, a precarização do mundo do trabalho e, consequentemente, a perda de perspectiva de futuro para a juventude brasileira. Mas nós nos desafiamos a não deixar de sonhar.

Nossos inimigos têm como uma de suas armas a disputa de valores na sociedade, investindo politicamente e financeiramente na batalha das ideias. Por isso, sabemos que a luta ideológica é uma das principais tarefas para avançarmos no enfrentamento à extrema direita no Brasil. Porém, a defesa da democracia não é abstrata. Disputamos as mentes e corações por meio das ações concretas e da solidariedade. E cobramos do Estado que priorize as necessidades populares.

Com apenas 12 anos de existência, o Levante Popular da Juventude teve um papel destacado nas principais lutas do último período. A mesma organização que escrachou os torturadores da ditadura militar 2012, ano de nossa nacionalização, denunciou os golpistas do 8 de janeiro de 2023. Denunciamos os inimigos do Brasil, de Eduardo Cunha a Jair Bolsonaro. Brotamos em cada periferia do país, organizando a juventude por meio da cultura, construímos as cozinhas populares contra a fome, impulsionamos a construção da rede Podemos + de cursinhos populares, lutamos em defesa da educação pública e pela democratização do ensino superior.

Diante do atual contexto, não basta administrar a crise. Precisamos ter iniciativa e retomar o debate sobre o projeto de país que queremos e necessitamos. Esse projeto é socialista, feminista, antirracista e popular.

Para conquistarmos vitórias para a juventude brasileira, precisamos apostar na organização, na formação e na luta. Em cada escola, universidade e periferia, queremos um Levante em luta. Por isso, no próximo período, apontamos a centralidade de crescer, enraizar e lutar. A organização coletiva é a saída concreta para a superação do capitalismo.

Para avançarmos na formação de uma nova geração de lutadores do povo, precisamos retomar a pedagogia da educação popular, combinando teoria e prática, e convocando a juventude a elaborar, refletir e ser protagonista na transformação da realidade.

Para construir a revolução brasileira, precisamos de milhões de jovens conscientes e organizados, por isso, apostamos na agitação e propaganda e na comunicação popular, aliando a criatividade, a arte e a cultura, para denunciar as contradições da sociedade capitalista e anunciar o nosso projeto.

Como nos ensinou Carlos Marighella, a ação faz a organização!

Para derrotar o fascismo e a extrema direita no país, nos comprometemos com as seguintes bandeiras:

  1. Que os ricos paguem a conta! No Brasil, 1% da população concentra 63% da riqueza. Taxar os super-ricos é uma necessidade no enfrentamento ao neoliberalismo e é uma medida fundamental para combater as desigualdades no país.
  2. Por uma educação popular e libertadora! Paulo Freire nos ensinou que a educação sozinha não muda o mundo, mas, sem ela, tampouco o mundo muda. Lutamos contra o Novo Ensino Médio, contra as escolas cívico-militares e a privatização do ensino básico.
  3. Por um SUS do tamanho do povo brasileiro! O SUS foi fruto da organização do povo brasileiro e é nossa tarefa dar continuidade a esse legado.
  4. Por trabalho digno para a juventude! Com a crise do sistema capitalista, a juventude é cada vez mais superexplorada no mundo do trabalho. Lutamos pelo fim da escala 6×1.
  5. Combater a crise climática e construir uma transição justa e popular! O enfrentamento à crise climática passa pela luta contra o modelo agroexportador e por uma transição energética justa.
  6. Demarcação já! Reafirmamos nosso compromisso com a demarcação de terras indígenas e quilombolas, marchando contra o Marco Temporal.
  7. Contra a fome e em defesa da reforma agrária! Queremos reforma agrária popular e defendemos a ampliação das cozinhas populares.
  8. Contra o machismo, o racismo e lgbtfobia! O combate a todas essas violências é cotidiano, construindo uma agenda de reparação.
  9. Contra o extermínio da juventude e por um outro modelo de segurança pública! Somos contra a violência policial nas periferias, que tem como alvo principal a juventude negra.
  10. Por uma comunicação popular de massas! Devemos ocupar as ruas e as redes, contribuindo para a disputa de hegemonia.
  11. Sem anistia aos golpistas! Os que atacam a democracia brasileira e impedem a juventude de sonhar não podem ser perdoados.
  12. Solidariedade aos povos do mundo! Reafirmamos nosso compromisso com a soberania e o direito de autodeterminação dos povos e com a luta dos palestinos, cubanos e venezuelanos.

Juventude quer viver, a nossa luta é pelo povo no poder!

Junho de 2022 • Niterói, RJ

Carta Compromisso do I Encontro Nacional

Em 10 anos de história, nós, do Levante Popular da Juventude, nos comprometemos com a luta do povo brasileiro e com as lutas dos povos de todo o mundo que sofrem as bárbaras investidas da face mais perversa do capital, o imperialismo. Realizamos escrachos e construímos acampamentos, reunimos milhares de jovens de Norte a Sul do Brasil, organizando a juventude nos mais diversos territórios.

O legado de uma década de luta e de mobilização não é só nosso. A construção de três acampamentos nacionais e diversos acampamentos estaduais, cursos de formação, escrachos e marchas, é fruto do acúmulo de lutas das organizações e dos movimentos populares que nos antecederam no Brasil, na América Latina e no mundo.

Construímos o melhor de nós e o necessário para o Brasil. Em 10 anos de vida, lutamos por um Brasil para os brasileiros. Escrachamos os torturadores da ditadura e os golpistas Eduardo Cunha, Michel Temer e Bolsonaro. Lutamos contra a redução da maioridade penal, os cortes na educação, contra o golpe de 2016 e a reforma trabalhista. Defendemos a democracia e a liberdade de Luiz Inácio Lula da Silva.

Sacudimos a União Nacional dos Estudantes, afirmando que agitação e propaganda é política e que a unidade é a bandeira da esperança. Construímos a rede de cursinhos Podemos Mais, o Festival da Resistência, ações de solidariedade da Nós por Nós e a Escola Nacional Paulo Freire.

Em mais um passo de nossa construção, reunimos no nosso Encontro Nacional, entre os dias 16 a 19 de junho de 2022, em Niterói, 1200 militantes de 25 estados do Brasil. Nos reencontramos com a coragem de jovens militantes que resistem a um dos períodos mais difíceis e assombrosos de nosso país.

A juventude no Brasil e no mundo vivencia o agravamento das condições de vida e a falta de perspectiva de futuro, fruto de uma crise estrutural do capitalismo que se apresenta nas dimensões de crises econômica, política, social, ambiental e de valores.

No governo de Bolsonaro, tivemos um aprofundamento da política econômica neoliberal e, com a crise sanitária, decorrente da pandemia da COVID-19, as condições de vida do povo brasileiro e da juventude se tornaram ainda mais precárias. Depois de quatro anos do governo de Bolsonaro, temos um Brasil desolado e completamente empobrecido.

Contudo, esse cenário apresenta uma série de contradições no seio da classe dominante e abre uma janela histórica para colocarmos em disputa na sociedade um projeto comprometido com os interesses do povo. Nos comprometemos a construir, em unidade com as demais forças de esquerda, a campanha de Lula, que terá a cara da juventude.

A nossa luta não termina nas eleições! Caso Lula seja eleito, o próximo período nos colocará a tarefa de garantir as condições políticas para a sua posse e para a construção de medidas emergenciais.

Por isso, nós nos comprometemos:

  • Em seguirmos firmes na construção do Levante Popular da Juventude, movimento que completa 10 anos de história;
  • Em avançar no trabalho de base e na organização da juventude, com centralidade na política de solidariedade;
  • Com a construção do 4º Acampamento Nacional do Levante Popular da Juventude;
  • Com a construção de um Programa Popular para Juventude;
  • Em combinar as diferentes formas de luta política;
  • Com a construção de um projeto de nação comprometido com a soberania;
  • Com a construção de um país que supere o racismo estrutural, o patriarcado, a lgbtfobia e a exploração;
  • Com a construção dos Comitês Populares, para derrotar o bolsonarismo nas urnas e nas ruas;
  • Com a tarefa fundamental de reconstrução de nossa nação.
Setembro de 2016 • Belo Horizonte, MG

Carta Compromisso do III Acampamento Nacional

Acampamento 2016

Somos sete mil jovens de todos os estados brasileiros reunidos em nosso 3º Acampamento Nacional. Somos juventude da classe trabalhadora. Somos do campo e da cidade. Somos jovens das periferias, somos estudantes das escolas e das universidades, somos trabalhadoras e trabalhadores e nos reconhecemos na pele explorada do nosso povo.

Em nossos quatro anos de história ousamos lutar de todas as maneiras possíveis e por todos os cantos do país contra aqueles que violentam e exploram o povo. Ousamos lutar escrachando os torturadores da Ditadura. Ousamos lutar devolvendo para a Rede Globo a merda que ela nos joga todos os dias. Ousamos lutar por outra forma de fazer política na construção do plebiscito por uma Constituinte do Sistema Político. Ousamos lutar quando escrachamos os golpistas e levantamos a bandeira do Fora Temer!

Acreditamos que o povo deve estar no poder, pois é o povo que produz, com seu suor, toda a riqueza de nossa nação e deve decidir com soberania sobre os rumos do país. Isso só será possível quando destruirmos o sistema capitalista e a sua face mais dura, o imperialismo. Há pouco mais de uma semana se consumou um golpe parlamentar que retirou do governo federal a presidenta Dilma Rousseff.

Aqueles que exploram o povo usam o golpe para tentar restaurar o neoliberalismo no país, num movimento que se repete por toda América Latina. Querem aumentar seus lucros, retirando direitos da classe trabalhadora, privatizando e terceirizando tudo que for possível.

A juventude brasileira experimentou, nos últimos 14 anos, diversas conquistas sociais que possibilitaram o sonho, a esperança e o desejo de mais mudança. Somos uma geração de jovens que aprendeu a não baixar a cabeça para as injustiças e a ter orgulho de ser quem é, orgulho de vir de onde veio.

Sabemos que isso só será possível com muita unidade entre todos que lutam e resistem, porque o que nos separa é muito menor do que o que nos une. Assim, somos construtores da Frente Brasil Popular, um espaço de articulação da luta contra o golpe.

Coletivamente, nos comprometemos:

  • Com a construção cotidiana do Levante Popular da Juventude como um movimento popular de massas nacional;
  • Com a construção de um Programa Popular para a Juventude, que organize os dilemas que enfrentamos em nossas vidas;
  • Com a construção da unidade das forças populares e o enraizamento da Frente Brasil Popular em todos os estados;
  • Em lutar com todas nossas forças contra a retirada de direitos, num processo que culmine na construção da Greve Geral no Brasil;
  • Com a luta pela democracia no Brasil, denunciando o golpe e seus artífices, reivindicando eleições diretas.

Nossa rebeldia é o povo no poder!

Abril de 2014 • Cotia, SP

Carta Compromisso do II Acampamento Nacional

Acampamento 2014

Somos mais de três mil jovens, de vinte e cinco estados, reunidos no II Acampamento Nacional do Levante Popular da Juventude. Somos jovens da periferia, do campo, das universidades públicas e particulares, secundaristas, jovens trabalhadores. Nesse momento de encontro nacional, ousamos reafirmar o nosso compromisso com a construção do Projeto Popular para o Brasil.

Com apenas dois anos de construção nacional, realizamos inúmeras lutas, seminários de formação, centenas de acampamentos estaduais e municipais, milhares de reuniões de células. Consolidamos um movimento nacional, de massas, comprometido com a democracia popular, a sustentabilidade, o desenvolvimento, a soberania dos povos, o feminismo, o internacionalismo e a solidariedade.

Sabemos que ainda vivemos em uma sociedade dividida em classes, em permanente luta entre aqueles que exploram e as trabalhadoras e trabalhadores que têm o fruto de seu trabalho roubado. Esse é o sistema capitalista patriarcal e racista.

No Brasil a mesma classe dominante há mais de 500 anos explora e oprime nosso povo, e até hoje controla o poder político, a economia e os meios de comunicação. O golpe faz 50 anos, e as marcas do período de chumbo continuam no nosso presente: a violência policial, o monopólio da mídia e o controle das empresas sobre a política de nosso país são suas marcas mais visíveis.

Em 2013 estivemos nas ruas junto de milhões de jovens em todo o país. Com todas as suas contradições, as manifestações de junho tiveram um caráter progressista e exigiram reformas estruturais na saúde, na educação, na mobilidade urbana e pela democratização dos meios de comunicação.

Por isso, nos comprometemos:

  • Com a luta por memória, verdade e justiça. Pela revisão da Lei de Anistia e punição aos torturadores;
  • Com a luta pela democratização dos meios de comunicação e contra o monopólio da mídia;
  • Com a construção de um projeto popular pra educação, com 10% do PIB pra educação pública;
  • Com a luta e construção da Reforma Agrária Popular;
  • Com a luta pelo direito à cidade e transporte público de qualidade com tarifa zero;
  • Com a produção e a defesa da cultura popular brasileira;
  • Com o combate ao machismo, pelo fim da violência contra a mulher;
  • Com o combate à homofobia, por políticas públicas e lei anti-homofobia;
  • Com o combate ao racismo, pela desmilitarização das PMs que promovem o extermínio da juventude negra;
  • Contra a criminalização dos movimentos sociais;
  • Com a luta por uma Constituinte exclusiva e soberana do Sistema Político, através do Plebiscito Popular.

Muito fizemos até aqui, mas temos ainda muitos desafios no caminho. É fundamental construir a unidade das forças populares, com humildade e generosidade, pois sabemos que a transformação da realidade é tarefa de milhões.

Ousar lutar, organizando a juventude pro Projeto Popular!

Fevereiro de 2012 • Santa Cruz do Sul, RS

Carta Compromisso do I Acampamento Nacional

Acampamento 2012

Nós, do Levante Popular da Juventude, no momento em que fundamos nossa organização, em nosso I Acampamento Nacional, com a participação de 1200 jovens de 17 estados brasileiros, nos comprometemos com a transformação profunda da realidade em que vivemos.

Enxergamos um mundo dividido entre aqueles que exploram, e as trabalhadoras e os trabalhadores que têm o fruto de seu trabalho roubado. Esse é o sistema capitalista patriarcal-racista, que mundialmente estabelece as formas de organização da sociedade na sua forma imperialista. Ele cria uma relação de dominação entre culturas e povos, destrói o meio ambiente, oprime e explora as mulheres, assassina a juventude negra, silencia gays e lésbicas e tolhe, cotidianamente, todos os nossos sonhos.

O Brasil é um país de natureza e cultura fantásticas, mas carregamos as dores da escravidão, o saqueio das grandes potências, e uma história de uma elite dependente, mas que sempre concentrou o poder em suas mãos. Aos trabalhadores, restaram somente as periferias das grandes cidades, as encostas de morro e as beiradas de rio; no campo, a reforma agrária e a produção de alimentos foram deixadas de lado.

Nós, jovens, estamos no meio desse furacão: no campo, nas periferias e favelas, nas escolas e universidades, no trabalho. É em contraposição a este projeto que nos lançamos ao desafio da construção do Projeto Popular.

Por isso, nos comprometemos:

  • Com a luta pela construção de uma democracia popular, que socialize com qualidade as terras, a água, a energia, os meios de comunicação, o acesso à saúde, à educação, à moradia, ao transporte.
  • Com a luta pela soberania, porque os povos devem tomar seu país e sua história nas mãos.
  • Com a prática permanente de solidariedade com todos os povos que sofrem e lutam.
  • Com a luta contra o machismo, na sociedade e dentro de nossa organização.
  • Com a luta contra o racismo, dentro e fora de nossa organização, porque a população preta é a mais explorada da classe trabalhadora.
  • Com a luta contra a lesbofobia, a transfobia e a homofobia.
  • Com a luta por um projeto de educação que sirva aos interesses do povo, reivindicando os 10% do PIB para a educação.
  • Com a luta por transporte público, gratuito e de qualidade.
  • Com a luta por ampliação do acesso à cultura e ao lazer, contra sua mercantilização.
  • Com a luta contra o trabalho precarizado e informal.

Construiremos uma organização com coerência: devemos fazer o que dizemos e dizer o que fazemos; com autonomia, construída por aqueles que trabalham no Levante; com estudo e disciplina; com o exercício de crítica e autocrítica, porque não devemos temer ou ocultar os erros, mas enfrentá-los de frente, para, então, superá-los.

Entendemos que serão esses compromissos que garantirão a construção do Levante Popular da Juventude, do Projeto Popular e da Revolução Socialista brasileira. A tarefa não é fácil, mas nos desafiaremos a dar tudo o que pudermos, porque devemos nos construir como a juventude que ousa lutar, que constrói alternativas e que é parte do povo brasileiro. Somente com alegria, amor e muita animação chegaremos lá!

Juventude que ousa lutar constrói o poder popular!